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O bacilo de Koch não é excretado pelo leite materno. A transmissão se faz usualmente pela inalação de gotículas das vias aéreas superiores de um indivíduo com infecção tuberculosa. A porta de entrada é quase sempre o trato respiratório. As formas clínicas são a tuberculose extrapulmonar, que não contra-indica a amamentação, e a tuberculose pulmonar. A mãe contagiante ou bacilífera (não tratada ou com tratamento iniciado há menos de três semanas do nascimento da criança) deve observar estes cuidados:
Os remédios para tuberculose não são contra-indicados para as mães que amamentam. Não contra-indica a amamentação. A transmissão pode ser feita através de contato inter-humano preferencialmente prolongado (sangue com sangue, por exemplo), secreções nasais e através da pele intacta. Embora o bacilo possa ser excretado pelo leite materno nos casos de hanseníase da forma virchowiana, não-tratada ou tratada há menos de três meses com sulfona (dapsona) ou por três semanas com a rifampicina, não se sabe se esta é uma via significativa de infecção. A mãe contagiante ou bacilífera (não-tratada ou tratada há menos de três meses com sulfona ou três semanas com rifampicina) deve:
Apesar do vírus de hepatite B ser excretado pelo leite materno, a doença não contra-indica a amamentação. Deve-se manter o aleitamento e procurar um pediatra para vacinação e administração de imunoglobulina. Manter a amamentação. A transmissão pós-natal pode acontecer pelo leite materno, mas não costuma ocorrer a manifestação da doença, pois, junto com os vírus, passam também anticorpos maternos passivos. Não contra-indica a amamentação. Atenção especial deve ser dada ao diagnóstico diferencial entre ingurgitamento mamário, obstrução dos ductos e mastite. No entanto, nenhuma dessas afecções contra-indica a amamentação. O uso de antibióticos também não impede o aleitamento, com exceção da tetraciclina e derivados, que não devem ser prescritos. Os analgésicos e antiinflamatórios não são contra-indicados, com exceção da indometacina e da fenilbutazona. Não contra-indica a amamentação. O modo de transmissão mais comum é pela picada do mosquito anopheles; menos comumente, pode se dar por transfusão de sangue e agulhas contaminadas. O uso de drogas antimaláricas pela mãe não prejudica a amamentação. Não contra-indica a amamentação, exceto quando as vesículas herpéticas estiverem localizadas na mama. Cuidados adicionais devem ser tomados com vesículas na face, dedos e mamas, como cobrir as lesões, fazer a lavagem rigorosa das mãos antes de manipular a criança, usar luvas ou proteção para as mãos (lesão dos dedos) e evitar contato íntimo mãe-filho (beijos e afagos) até que as lesões estejam secas. Mães que desenvolvem varicela até cinco dias antes do parto formam e passam anticorpos. O recém-nascido deverá ter uma forma leve de varicela, mas a separação mãe-filho não deve ser feita. Durante este período, o leite materno precisará ser extraído e dado ao bebê. Não contra-indica a amamentação. No caso de haver fissura sangrante, pode ocorrer parasitemia. Durante esta etapa específica, então, a mulher não deve amamentar.
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