Espaço Publicitário
PROFISSIONAL | NEGÓCIOS   


   Gestação

   Gestação no primeiro trimestre

Como escolher o obstetra
O pré-natal
Exames no pré-natal
Vacinas
Sintomas mais comuns
Para manter a saúde
Pequenos problemas na gravidez

   Como escolher o obstetra

Se o seu ginecologista também realiza partos, ótimo — seu obstetra já está escolhido. Mas se este não for o caso, existem duas opções para a escolha: pedir ao seu médico que indique um profissional de confiança ou procurar indicação de parentes e amigos que já passaram por esta experiência.

Alguns fatores serão de total importância na escolha de um obstetra. A disponibilidade do profissional para acompanhar o trabalho de parto e o período pós-parto, que pode durar até 40 dias após o nascimento do bebê, é um deles. Fácil acesso também deve ser levado em consideração. Por isso, escolha um profissional que possa fornecer bip, celular, telefone residencial e demais meios de contato para que a paciente possa localizá-lo a qualquer hora. A empatia também é muito importante na hora da escolha. Por isso, acima de tudo, procure um profissional que entenda as suas preocupações e necessidades.

Tente conhecer um pouco mais sobre a formação do profissional que vai acompanhá-la. A maioria dos médicos não se incomoda em falar sobre a sua carreira. Um espírito de atualização permanente e muita disposição para escutar todas as angústias e dúvidas da paciente são excelentes sinais de que o profissional possui uma visão holística, isto é, global, da maternidade.



   O pré-natal

O exame pré-natal é simples. Composto por vários exames e acompanhamento médico , ele é o melhor aliado do casal para garantir uma gestação segura e um parto satisfatório. O exame pré-natal deve ser iniciado logo que a gestação seja detectada, ou até 12ª semana de gravidez. Depois, uma visita mensal até 7º mês vai ser suficiente para acompanhar o desenvolvimento do feto.

A partir daí, as visitas ao médico devem se tornar mais freqüentes — uma visita a cada duas semanas no oitavo mês e uma por semana no nono mês. Na maioria dos casos, o número de consultas de uma gestante varia de 14 a 18. Este número varia de acordo com o histórico médico e as possíveis complicações durante a gestação. Alguns destes problemas são, por exemplo, diabetes e hipertensão. Se a gestante passou por dificuldades obstétricas antes, certamente terá um número maior de consultas pré-natais.

Na primeira consulta, o médico deverá fazer algumas perguntas ao casal para avaliar se as atividades praticadas envolvem riscos à gestação. Entre estas, estão:

dados para a ficha cadastral;
atividades profissionais do casal;
doenças pré-existentes e desenvolvidas ao longo da vida (casal);
operações realizadas e consumo de algum medicamento (gestante);
histórico médico da família e doenças hereditárias (casal);
gestações anteriores, concluídas ou não;
regularidade do ciclo menstrual;
tipo de método anticoncepcional adotado pelo casal.

   Exames no pré-natal

Simples, rápido e indolor, o exame pré-natal inicia-se no consultório médico e complementa-se com alguns exames solicitados pelo ginecologista. Primeiro, o médico vai apalpar o seu abdômen, auscultar seu coração e tórax, verificar a pressão arterial e se há caroços no seio, e pesá-la. Depois, vai solicitar exames de urina, para que possa verificar itens como: traços de glicose (saber se a paciente tem diabetes), proteínas (verificar se os rins funcionam bem) e averiguar o risco de pré-eclampsia, uma doença comum no final da gravidez, caracterizada pelo aumento da pressão arterial, ganho excessivo de peso e inchaço em tornozelos, pés e mãos.

Ainda na primeira consulta, o médico deverá medir a sua altura para avaliar a provável largura interna da sua bacia. O exame de sangue também será solicitado. Ele irá verificar seu tipo sangüíneo e fator Rh, avaliar a existência de anemia, diabetes, a imunidade contra a rubéola, a toxoplasmose, o citomegalovírus, o herpes e a pré-existência de doenças transmitidas sexualmente (sífilis, Aids, hepatite B e outras).

A pressão sangüínea será constantemente acompanhada. Seus tornozelos, braços, mãos e pernas serão detalhadamente avaliados para a verificação de edemas. Um inchaço leve é normal.

O exame ginecológico, chamado popularmente de exame de "toque", é realizado ainda na primeira consulta, para que sejam verificados o estágio da gestação e possíveis anormalidades. Talvez o médico indique também o papanicolau.

Quando o médico realizar o pré-natal, preencherá uma ficha com todas as informações detectadas no exame.



   Vacinas

Toda mulher grávida deve estar vacinada contra a poliomielite, mas se esta providência ainda não foi tomada, pode ser administrada a vacina de Salk. O mesmo pode ser dito sobre a imunização contra a influenza, quando se prevê uma epidemia, mas ela só é útil se repetida a cada ano. As vacinas contra a rubéola e a influenza não devem ser ministradas durante o período gestacional, e sim pelo menos 6 meses antes da concepção; isto porque podem ocasionar possíveis efeitos deletérios sobre o feto, mesmo quando se utiliza uma vacina de vírus atenuado. A vacinação antitetânica também não pode ser esquecida.



   Sintomas mais comuns

Nos primeiros três meses de gestação, é absolutamente normal a mulher sentir um certo tipo de desconforto, apesar das mutações do corpo ainda não serem muito aparentes. Alguns sintomas, como náusea, fadiga e inchaço dos seios nos três primeiros meses de gestação, são absolutamente normais e suportáveis. Mas se, no seu caso, a freqüência e a intensidade forem desagradáveis, peça a seu médico que indique medicamentos para alívio.



   Para manter a saúde

A mãe é a única responsável pela nutrição do feto. Por isso, é importantíssimo que, nos primeiros três meses, alguns cuidados sejam iniciados. Hábitos não saudáveis devem ser abolidos, e a alimentação deve ser balanceada e rica em frutas, verduras, legumes, fibras e carne magra. Lembre-se de, que para um bebê nascer saudável, é preciso que a mãe tenha, durante a gestação, costumes saudáveis:

Café e chá — reduza a quantidade de ingestão destes líquidos. Eles possuem cafeína, substância estimulante que atua no sistema nervoso. A cafeína aumenta o risco de a criança nascer com baixo peso;
Álcool — pode gerar riscos sérios à criança, tais como malformação facial, retardamento mental e físico, além de problemas de comportamento;
Raio-X — comunique ao seu dentista a ocorrência de gravidez, assim que houver suspeita. O raio-X é causador de malformação fetal, com maior risco nos primeiros 3 meses de gestação.
Carne crua ou mal cozida — o risco da carne estar infectada por parasitas já é uma das contra-indicações. Na mãe, a contaminação pode causar sintomas leves, mas o feto pode correr sérios riscos, como aborto espontâneo e parto prematuro;
Auto-medicação — procurar aquele comprimido habitual para acabar com uma dor de cabeça simples, nem pensar! O uso de medicamentos sem indicação do seu médico é terminantemente proibido;
Cigarro — o consumo de um cigarrinho inocente depois do almoço ou durante aquele um bate-papo com os amigos parece legal. Que nada! Aborto espontâneo e chances de o bebê nascer com baixo peso são alguns dos riscos;
Animais — as fezes dos animais, principalmente os domésticos (em especial os gatos), podem se transformar em um risco para a gestante, pois podem ocasionar infecção por toxoplasmose. A toxoplasmose pode atravessar a placenta e provocar problemas de malormação congênita no feto. Os infectologistas recomendam exames específicos antes da gestação. A sorologia será capaz de identificar se a mulher tem anticorpos de defesa, presentes geralmente em pessoas que já tiveram contato anterior com o protozoário causador da doença;
Produtos químicos — evite contato com produtos químicos venenosos, pós-químicos ou agrotóxicos;
Doenças contagiosas — fique longe de pessoas com doenças contagiosas, principalmente a rubéola.

   Pequenos problemas na gravidez

Alguns problemas podem surgir durante a gestação, principalmente nos primeiros meses. Mas não se assuste, pois para todos eles existe uma solução.

Náuseas ou vômitos — são os principais sintomas que acometem as mulheres nessa fase. Geralmente são piores pela manhã, durante o segundo e o terceiro mês de gravidez. Para evitar este incômodo, evite comer alimentos gordurosos e doces, principalmente à noite. Faça uma alimentação a base de alimento seco, como pão, frutas, verduras e legumes;
Azia — aquela "queimação na boca do estômago" após as refeições pode ser aliviada através da redução da quantidade de alimentos ingeridos. Ao invés de comer muito em uma única hora do dia, faça pequenas refeições a cada três horas. Uma boa dica é espremer meio limão em dois dedos de água e tomar uma colher cada vez que sentir azia;
Inchaço dos pés — descanse várias vezes durante o dia. Ponha as pernas para cima e relaxe. Use pouco ou nenhum sal na comida;
Dor nas costas — dor abaixo da cintura é comum na gravidez. Para amenizá-la, use sapatos com salto grosso, de 3 centímetros. Ajudam também as cintas com reforço abaixo do umbigo;
Anemia e má alimentação — muitas mulheres descobrem que estão anêmicas durante o planejamento gestacional. Além da medicação à base de ferro, uma boa dica é introduzir alimentos como carne magra, verduras, feijão, lentilhas, fígado e sucos de laranja e limão. As vitaminas da laranja e do limão ajudam na absorção de ferro. Outro alimento rico nesta substância é o melado de cana;
Varizes — são muito comuns na gravidez, devido ao peso do bebê pressionando as veias que levam o sangue das pernas para o coração. Para evitar este problema, levante os pés o mais alto possível várias vezes ao dia. Use meia calça elástica de média compressão durante o dia. Mas atenção: não use meia durante a noite. A dica é utilizar um travesseiro sob os pés;
Constipação (intestino preso) — beba bastante água durante o dia, mas não se esqueça de tomar um copo em jejum. Coma frutas e alimentos ricos em celulose e fibra, como mandioca (aipim), cereais integrais, farelo de arroz e de trigo. Caminhe bastante. E lembre-se: não tome laxante sem indicação médica;

Hemorróidas — são varizes do ânus, causadas pelo peso do bebê no útero. Informe ao seu médico para que ele possa indicar uma pomada.

Qualidade de Vida
Estética e saúde
Saúde Bucal
Primeiros Socorros
Maternidade
Berçário
Saúde na 3ª Idade
Planos de Saúde
Assistência Domiciliar

Guia de Hospitais
Guia Médico
Grupos de Ajuda Mútua
Central de Exames

Webmaster

 


 

 

Em caso de dúvidas ou sugestões,
entre em contato com nosso consultor:

Nome

Seu e-mail