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O glaucoma é uma das mais sérias causas da cegueira, e pode ser definido como uma condição em que a pressão intra-ocular (PIO) chega a níveis intoleráveis à papila óptica; esta condição leva a lesões e, conseqüentemente, à perda de campo visual. O aumento da pressão intra-ocular é causado pela dificuldade de drenagem do humor aquoso do interior do olho. As
causas do glaucoma não são bem conhecidas, porém
a característica mais comum é a hereditariedade.
O glaucoma pode ser dividido em 3 tipos principais: primário, secundário e do desenvolvimento. O primário subdivide-se em primário de ângulo aberto ou crônico e primário de ângulo fechado ou agudo. O glaucoma de ângulo aberto não produz sintomas imediatos, embora o seu aparecimento se dê quando o dano já é irreversível. Já o glaucoma de ângulo fechado apresenta sintomas mais imediatos, como dor no olho (causada pelo aumento da pressão), dor de cabeça, diminuição da visão e feixes coloridos ao redor das fontes de luz. Na fase mais aguda, ocorrem perda da visão e uma dor intermitente no olho.
Uma série de exames oculares de rotina, como a medição da pressão intra-ocular, auxiliam no diagnóstico precoce da doença.
O tratamento do glaucoma tem por objetivo conter a progressão da doença pela redução da pressão intra-ocular (PIO).
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