Espaço Publicitário
PROFISSIONAL | NEGÓCIOS   


  Herpes

O Herpes simplex é uma infecção virótica periódica, que possui dois tipos. O tipo I se espalha pelas secreções oral e respiratória, na área da cabeça (olhos, lábios e boca). O tipo II afeta principalmente a área genital, e o contágio é feito através de relações sexuais; é, portanto, uma DST (doença sexualmente transmissível).

Causas
Sinais e sintomas
Formas de contágio
Prevenção
Tratamento
Herpes na gravidez
Alimentação adequada

   Causas

O herpes é causado pelo hominis, um vírus transmitido pelo contato com a saliva, restos de fezes, urina, lesões na pele e secreções dos olhos. Depois da primeira infecção, a pessoa carrega o vírus permanentemente e fica vulnerável às infecções periódicas de herpes. Condições como:

febre
tensão
fadiga
menstruação
cigarro e bebidas alcoólicas em excesso
calor e resfriado
diminuem a resistência imunológica, o que pode ocasionar a manifestação da doença.


   Sinais e sintomas

Aproximadamente 85% de toda as infecções de herpes simplex não apresentam nenhum sintoma óbvio. Os sintomas são o aparecimento de bolhas, que podem se formar em qualquer parte da boca, especialmente na língua, gengivas e na parte interior das bochechas. Podem ocorrer o aumento da salivação, a perda do apetite e febre acima de 40.5°C. Geralmente, estes sintomas desaparecem entre 4 a 10 dias. É sempre aconselhável procurar o médico.


   Formas de contágio
Beijo

Esta é uma das mais fáceis formas de contágio. Ainda que a pessoa não tenha alguma ferida aparente, pode ser portadora do vírus, logo, é possível que o outro seja infectado. Isso não quer dizer, porém, que o indivíduo contaminado através do beijo manifestará a doença.

Objetos pessoais
Usar o mesmo copo, talher, toalha ou lençol que um indivíduo portador do vírus também pode provocar o contágio. A contaminação pode se dar em qualquer ambiente onde estiver um indivíduo portador do vírus.
Sol
A radiação dos raios ultravioleta (UVA e UVB) bloqueia a ação das células de defesa e reduz a proteção imunológica.



   Prevenção

É possível prevenir-se da doença fortalecendo o sistema imunológico, evitando tomar muito sol e mantendo um estilo de vida saudável (menos stress, bebida alcoólica, cigarro).

Para proteger as outras pessoa do contágio, evite beijos e o uso das mesmas louças e/ou talheres.



   Tratamento

Em alguns casos, o tratamento antecipado pode ajudar: compressas de água fria, um analgésico via oral e compressas de gelo local podem fazer desaparecer os sintomas. Líquidos anestésicos para limpeza bucal (bochecho) podem reduzir a dor das feridas da boca, facilitando a alimentação e evitando a desidratação.

Para a infecção de herpes primária, o médico prescreve normalmente analgésicos, como a aspirina e o Tylenol, a fim de reduzir a febre e aliviar a dor.

Existem dois princípios ativos de remédios à venda no mercado, indicados nos casos da infecção do herpes simplex: o aciclovir, de nome comercial Zovirax, e a iodoxiuridina, que é mais barata, vendida com o nome Herpesine. O aciclovir é encontrado também na forma de comprimidos, mas essa apresentação farmacêutica é usada apenas em casos mais severos.

Há outra forma eficaz de tratamento, mas que deve ser autorizada pelo médico. Consiste em perfurar as bolhas com uma agulha esterilizada, limpar as feridas com água e sabão e depois aplicar uma fina camada de pomada que cubra toda a região afetada. Estes procedimentos devem ser seguidos até que as bolhas desapareçam.



   Herpes na gravidez

O vírus pode passar da mãe para o feto na gravidez, podendo causar o nascimento prematuro. No entanto, se a criança receber cuidados adequados e suplementos vitamínicos suficientes, assim como a mãe, poderá não manifestar a doença pelo menos durante a infância.

No caso de gestantes portadoras de herpes genital, os médicos preferem optar pelo parto cesárea, para que não haja contaminação na passagem pelo canal vaginal.

Infecção em recém-nascidos

Os sintomas geralmente aparecem uma ou duas semanas após o nascimento. E variam de feridas na pele a infecções no fígado, pulmões ou cérebro. Outras complicações podem incluir ataques apoplécticos, retardamento mental, cegueira e músculos espasmódicos. Se for difundida, a infecção pode causar risco de vida.

Infecção em crianças
A infecção na infância pode ser generalizada ou localizada. Aproximadamente 2 a 12 dias depois do contato com o vírus, começam febre, dor de garganta, vermelhidão e inchaço da pele. Depois de aparecerem os sintomas de formigamento e as feridas que coçam muito, surgem as bolhas em bases avermelhadas. Eventualmente, estas estouram e deixam uma úlcera dolorosa, seguida por uma crosta amarelada. Para tratar, proceda da mesma forma citada acima.



   Alimentação adequada

Alimente-se com carnes magras, por possuirem alto teor de lisina, peixe, leite e derivados. Legumes e verduras reforçam a imunidade, protegendo o organismo contra novas incidências. As frutas auxiliam o organismo contra novas incidências, também reforçando a imunidade. Feijões são ricos em lisina, amido e sais minerais do complexo B. Compressas de leite frio, gelo e aspirina ajudam a aliviar o desconforto.

 
Aftas Gengivite
Câncer bucal Halitose
Candidíase oral (sapinho) Herpes
Cárie Periodontite
Dor de dente  

  Veja Também

Técnicas de escovação Auto-exame da boca
Uso do fio dental Maus hábitos
Uso do flúor Higiene bucal da criança
Alimentação correta Estética
Visitas regulares ao dentista Saúde bucal e a Aids
Doenças bucais  



Qualidade de Vida
Estética e saúde
Saúde Bucal
Primeiros Socorros
Maternidade
Berçário
Saúde na 3ª Idade
Planos de Saúde
Assistência Domiciliar

Guia de Hospitais
Guia Médico
Grupos de Ajuda Mútua
Central de Exames

Webmaster

 


 

 

Em caso de dúvidas ou sugestões,
entre em contato com nosso consultor:

Nome

Seu e-mail