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Segundo dados estatísticos internacionais, a lavanderia de um hospital é considerada um dos locais de maior contaminação. Por isso, todo o cuidado é pouco no que tange aos diversos aspectos que envolvem esta questão. O planejamento de uma lavanderia hospitalar deve ser organizado de forma a se combater a infecção cruzada e reduzir o custo operacional. Cerca de 3 milhões de toneladas de roupas (incluindo lençóis, aventais, fronhas, etc) são anualmente usadas em hospitais norte-americanos. Este número constitui uma das maiores concentrações de contaminação microbiana no ambiente de um hospital. Procedimentos adequados para coleta, transporte, processamento e armazenamento vêm sendo discutidos na tentativa de se limitar a possibilidade de infecção em pacientes. Para falar sobre a questão da lavanderia hospitalar, o HOSPITALGERAL.com convidou a enfermeira Andréa Moura, responsável pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, e Anna Maria Carvalho, encarregada do setor de lavanderia, ambas do Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Rio de Janeiro. Segundo Anna Maria, o volume de roupas produzido nos 84 leitos do hospital é de 1 tonelada/dia. Há oito anos envolvida com o controle de infecção hospitalar, Andréa Moura ressalta a importância da lavanderia na engrenagem de um hospital e acredita que o trabalho conjunto entre a lavanderia, a limpeza e a central de esterilização pode diminuir acentuadamente o risco de infecções. Nesta seção, o HOSPITALGERAL.com mostra como proceder corretamente em uma lavanderia de hospital, bem como a regulamentação e todo o processo pelo qual passa a roupa infectada.
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