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Funções
administrativas do marketing |
Para lidar
com a concorrência, a organização necessita:
analisar o público-alvo;
escolher o mercado-alvo;
usar corretamente
os componentes de mix de marketing, respondendo às expectativas do cliente
e superando-as;
executar planos
de marketing inteligentes que proporcionem vantagens competitivas para
empresa e mercado-alvo;
empreender análise,
planejamento e avaliação dos mercados e do ambiente em que a empresa
esteja atuando, para identificar as oportunidades;
implementar
o plano de marketing. Isto exige a colaboração total dos funcionários
de todo os níveis hierárquicos, que devem trabalhar em conjunto para
assegurar o êxito do plano de marketing;
controlar a
implementação. Isto é fundamental para garantir o alcance dos objetivos
e fazer eventuais correções no processo ou nas metas pré-estabelecidas.
Além de
todas as funções atribuídas ao administrador de marketing, uma das mais
significativas é a escolha das estratégias de mercado que se encaixem
na posição e no orçamento da organização em relação aos concorrentes,
e a administração das estratégias de forma eficiente e eficaz, para que
sempre se adaptem às mudanças do ambiente do mercado.
A procedência
da palavra "estratégia" encontra-se na teoria militar. A estratégia permite
a coordenação das batalhas entre si, de forma a servir aos objetivos de
uma guerra. Deve ser bem detalhada em planos de campanhas, e determinar
onde, como e quando acontecerão os combates, e as ações específicas que
conduzirão aos objetivos. A tática, por sua vez, significa a ordenação
e a supervisão do combate propriamente dito.
Resumidamente, a estratégia é o conjunto de movimentos da empresa em direção
ao futuro, método pelo qual se escolhe o futuro da organização e as formas
para atingi-lo. E sua implementação é a formulação das estratégias correspondentes
às ações executivas que conduzem os movimentos da empresa ao futuro almejado.
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Estratégias
genéricas de marketing |
Michael
Porter desenvolveu uma classificação de estratégias genéricas com as quais
uma empresa pode competir no mercado:
diferenciação — oferecimento de um produto
ou serviço sem similar em um mercado. Por exemplo, uma instituição de
saúde pode buscar tornar-se o centro de referência em alguma área ou
especialidade, ou mesmo oferecer serviços excepcionais de atendimento
e hotelaria, com equipamentos de última geração;
liderança
total de custos — requer o controle e cortes de custos, através
de economias por escala, experiência ou negociação privilegiada com
fornecedores, obtendo vantagem de custo frente os concorrentes. A instituição
pode, por exemplo, estabelecer processos e procedimentos de atendimento,
de forma a maximizar seus recursos disponíveis e viabilizar custos financiáveis
através de fontes pagadoras públicas;
focalização
— concentração de recursos em um único grupo de compradores, segmento
ou mercado geográfico. Uma instituição de saúde pode fazer a opção por
dedicar-se, por exemplo, a idosos, mulheres, executivos ou quaisquer
outros grupos de clientes, e tornar-se o líder no atendimento a esses
clientes.
Porter afirma
que estas 3 estratégias são de vitória, e ainda propõe uma quarta estratégia,
que consiste no meio-termo. Portanto, as empresas que não adotam uma estratégia
clara têm péssimo desempenho.
É preciso administrar toda a cadeia de valores da empresa, suas atividades
primárias e de apoio, de forma a sustentar a opção estratégica estabelecida
na busca de uma vantagem competitiva — quer sejam serviços melhores, mais
especializados ou mais baratos —, sempre sob a ótica do cliente.
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