![]() |
![]() |
![]() |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A carta de controle é simplesmente um gráfico de acompanhamento com uma linha superior (linha superior de controle) e uma linha inferior (linha inferior de controle) em cada lado da linha média do processo. Todos os dados são estatisticamente determinados. Estes limites são determinados considerando-se a operação normal do processo (isto é, sem controles especiais), coletando-se amostras e aplicando-se a média destas amostras à fórmula apropriada. Daí se pode locar as médias das amostras na carta para verificar se os pontos estão fora dos limites de controle ou se formam padrões “não definidos”. Se qualquer um destes casos ocorrer, o processo é considerado “fora de controle”. A flutuação dos pontos, dentro dos limites de controle, resulta de uma variação intrínseca ao processo. Esta ocorre devido a causas comuns dentro do sistema (ex: projeto, equipamento, manutenções preventivas, etc.), e somente acontece por uma mudança no próprio sistema. Eventualmente, porém, pontos caem fora dos limites de controle e refletem causas especiais (ex: erro humano, acidentes, etc), que não são ocorrências originais do processo. Estas são as causas que devem ser eliminadas antes de se utilizarem as cartas de controle como ferramentas de monitoração. Feito isso, o processo estará “sob controle”, e poderão ser tiradas amostras em intervalos regulares, para se ter certeza de que o processo não sofre mudanças fundamentais. OBS:
Atingir um certo nível de “controle” não significa necessariamente que
o produto ou serviço atenderá às expectativas. Significa apenas que o
processo é consistente (podendo ser consistentemente ruim ou bom). Exemplo
para Administração/Serviços
Emprega-se a carta de tendência para representar dados visualmente. Consiste em uma ferramenta simples de construir e atualizar. Os pontos são marcados no gráfico à medida que estejam disponíveis. A carta de tendência é utilizada para monitorar um sistema, a fim de se observarem, ao longo do tempo, alterações na média esperada. Um de seus usos mais eficazes é para identificar tendências significativas ou alterações acima da média. Por exemplo, quando monitoramos qualquer processo, é esperado que encontremos certa quantidade de pontos acima e abaixo da média. Porém, quando nove pontos aparecem em apenas um dos lados, isto indica um evento estatístico não usual e a conseqüente variação na média. Estas mudanças devem ser sempre investigadas. Se a causa da variação é favorável, deve ser incorporada. Se não, deve ser eliminada.
O diagrama de causa e efeito foi desenvolvido para representar a relação entre o “efeito” e todas as possibilidades de “causa” que podem contribuir para tal resultado. O efeito ou problema é colocado no lado direito do gráfico, e os grandes contribuidores ou “causas” são listados à esquerda. É importante notar que, para cada efeito, existem inúmeros conjuntos de causas. As causas principais podem ser agrupadas em quatro categorias, conhecidas como os “4 M”; método, mão-de-obra, material e máquina. Nas áreas administrativas talvez seja mais apropriado utilizar os “4 P”: políticas, procedimentos, pessoal e planta (layout). No entanto, estas são apenas sugestões. Pode-se usar qualquer classificação que auxilie as pessoas a pensarem criativamente. Um diagrama de causa e efeito bem detalhado terá a forma de uma espinha de peixe – daí o nome alternativo de “diagrama espinha-de-peixe”.
A partir uma lista bem definida de possíveis causas, as mais prováveis são identificadas e selecionadas para uma melhor análise. Quando examinar cada causa, observe desvios da norma ou dos padrões. Lembre-se de eliminar a causa e não o sintoma do problema, investigando-a tão a fundo quanto possível.
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||