Marcos
Moraes afirmou que, com a fundação,
verbas vindas do SUS e de doações passaram
a ser empregadas em benefícios para o INCA.
Além disso, estes recursos ainda auxiliam na
renovação do quadro de pessoal. Hoje,
1,4 mil dos 3 mil funcionários do instituto
são pagos pela Fundação Ary Frauzino.
"A idéia era montar uma fundação
de suporte financeiro, baseada em experiências
bem-sucedidas, como a Fundação Zerbini,
do Incor, de São Paulo. Felizmente o nosso
trabalho vem conquistando um enorme sucesso. Fico
muito satisfeito com isso", revelou o presidente
do Conselho de Curadores da Fundação
Ary Frauzino.
Para
o cirurgião, que durante quase uma década
esteve à frente do INCA, a criação
do órgão de apoio financeiro deixou a
administração do hospital mais flexível.
Desta forma, segundo ele, foi possível a criação
de programas de qualidade, envolvendo todos os funcionários
da instituição. "O mais importante
de tudo é que se despertou nos profissionais
o orgulho institucional.Desenvolvemos programas de valorização,
premiando e dando diplomas para os bons funcionários",
disse.
Atualmente,
além da presidência do Conselho de Curadores
da Fundação Ary Frauzino, Marcos Moraes
divide o seu tempo entre os cargos de professor de cirurgia
da Universidade Gama Filho (UGF) e professor da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde é coordenador
do Programa de Oncobiologia. Além disso, possui
uma rotina muito grande de cirurgias.
De
acordo com Marcos Moraes, a oncologia tem evoluído
muito, principalmente no que se refere à genética,
à imunologia e à biologia molecular. "Hoje,
60% dos pacientes com câncer ficam curados. No
entanto, cerca de 80% dos casos da doença surgem
a partir do estilo de vida das pessoas. Acredito que,
se o Ministério da Saúde desse maior ênfase
à prevenção, muitas doenças
poderiam ser evitadas", destacou.
Segundo
o especialista, a redução da mortalidade
infantil, o controle da Aids e a implantação
do Programa de Saúde da Família, criado
há cerca de 10 anos, foram os melhores fatos
ocorridos na última década na saúde
pública. O mesmo ele não pode dizer com
relação à volta de algumas endemias,
à deficiência na prevenção
do câncer do colo do útero e a várias
campanhas feitas sem programação. "Algumas
doenças voltaram devido ao erro do Ministério
da Saúde em atribuir o combate aos Estados e
municípios. O mesmo podemos falar da deficiência
do Programa da Saúde da Mulher e de diversas
campanhas feitas sem o planejamento desejável",
opinou.Marcos Moraes
Um
dos grandes passos dados no tratamento de câncer
no país teve a participação direta
do cirurgião geral e oncológico Marcos
Fernando Moraes. Durante o período em que foi
diretor do Instituto Nacional de Câncer - INCA,
o médico criou, em 1992, a Fundação
Ary Frauzino, com a finalidade de dar apoio na arrecadação
da instituição.
Marcos
Moraes afirmou que, com a fundação, verbas
vindas do SUS e de doações passaram a
ser empregadas em benefícios para o INCA. Além
disso, estes recursos ainda auxiliam na renovação
do quadro de pessoal. Hoje, 1,4 mil dos 3 mil funcionários
do instituto são pagos pela Fundação
Ary Frauzino. "A idéia era montar uma fundação
de suporte financeiro, baseada em experiências
bem-sucedidas, como a Fundação Zerbini,
do Incor, de São Paulo. Felizmente o nosso trabalho
vem conquistando um enorme sucesso. Fico muito satisfeito
com isso", revelou o presidente do Conselho de
Curadores da Fundação Ary Frauzino.
Para
o cirurgião, que durante quase uma década
esteve à frente do INCA, a criação
do órgão de apoio financeiro deixou a
administração do hospital mais flexível.
Desta forma, segundo ele, foi possível a criação
de programas de qualidade, envolvendo todos os funcionários
da instituição. "O mais importante
de tudo é que se despertou nos profissionais
o orgulho institucional.Desenvolvemos programas de valorização,
premiando e dando diplomas para os bons funcionários",
disse.
Atualmente,
além da presidência do Conselho de Curadores
da Fundação Ary Frauzino, Marcos Moraes
divide o seu tempo entre os cargos de professor de cirurgia
da Universidade Gama Filho (UGF) e professor da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde é coordenador
do Programa de Oncobiologia. Além disso, possui
uma rotina muito grande de cirurgias.
De
acordo com Marcos Moraes, a oncologia tem evoluído
muito, principalmente no que se refere à genética,
à imunologia e à biologia molecular. "Hoje,
60% dos pacientes com câncer ficam curados. No
entanto, cerca de 80% dos casos da doença surgem
a partir do estilo de vida das pessoas. Acredito que,
se o Ministério da Saúde desse maior ênfase
à prevenção, muitas doenças
poderiam ser evitadas", destacou.
Segundo
o especialista, a redução da mortalidade
infantil, o controle da Aids e a implantação
do Programa de Saúde da Família, criado
há cerca de 10 anos, foram os melhores fatos
ocorridos na última década na saúde
pública. O mesmo ele não pode dizer com
relação à volta de algumas endemias,
à deficiência na prevenção
do câncer do colo do útero e a várias
campanhas feitas sem programação. "Algumas
doenças voltaram devido ao erro do Ministério
da Saúde em atribuir o combate aos Estados e
municípios. O mesmo podemos falar da deficiência
do Programa da Saúde da Mulher e de diversas
campanhas feitas sem o planejamento desejável",
opinou. |